Mostrar mensagens com a etiqueta Rubricas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rubricas. Mostrar todas as mensagens

É passado em Portugal?

Hoje em dia, a Eurovisão é vista em Portugal como um programa do passado, que não interessa a ninguém servindo somente como alvo de chacota de muitos internautas (e não só). Pois bem, é verdade que o Festival está já um bocado fora de prazo para os parâmetros portugueses, mas também existe aqui um dedo de culpa, e está é claramente indicada à nossa televisão estatal, a RTP! O canal do estado desprezou durante anos a fio o ESC, fazendo dele um evento pouco visto, divulgado e amado pelos portugueses. Esta conclusão é triste, mas ainda mais triste, é o passado glorioso do Festival em território nacional. Naquele tempo, todas as pessoas paravam para ver algumas horas de um espectáculo único num ano, com canções que agradavam a todos, e além disso, faziam sonhar milhares de portugueses. Agora é o que todos nós sabemos, são três noites que passam despercebidas para a maioria do povo. Sim, o Festival não é o mesmo para os portugueses, logo, já pertence a um passado.

O passado em fotos







Poderá voltar a ser actual?


Sinceramente, acho que ainda existe essa possibilidade. Todos nós sabemos que acima de tudo, o fracasso que por vezes o ESC traz à RTP, é derivado à própria estação! Isto porque, não divulga nem promove o Festival, quando participa escolhe sempre artistas pouco "famosos" e acima de tudo, não leva o certame à séria. Se essas coisas mudassem para melhor, e passasse a haver um maior esforço, a RTP teria um grande sucesso. Mas lá está, para voltarmos aos tempos de glória, é necessário empenho e investimento. É necessário gastar mais numa selectiva portuguesa de qualidade, e que já consiga empolgar os telespectadores para a Eurovisão. Por vezes uma selecção interna é a melhor aposta que se pode fazer. Mas como nem tudo é mau, temos um perfeito de exemplo e esforço de eurofãs em Portugal, são os membros da OGAE Portugal que tanto trabalham e esforçam-se para um mundo da Eurovisão mais aliciante. São eles que organizam um dos maiores Festival do ramo do ESC da Europa, o Eurovision Live Concert, que se realiza todos os anos em Setúbal.

O presente em fotos










Como mudar as mentalidades?


Primeiramente, deveremos mudar as mentalidades daqueles que criticam o Festival por tudo e por nada. As propostas de mudança são:
  • Mudar o ponto de vista da imprensa que pouco noticia o Festival
  • Fazer com que a RTP se empenhe mais
  • Continuar a atrair mais jovens para o núcleo de fãs de modo a construir um grande número desses
  • Promover o Festival nas ruas
  • Fazer com que a RTP convide artistas com grandes clubes de fãs, para que cresça a comunidade
  • Ir ao ESC para ganhar, não para só passar à Final


Os ABBA foram um grupo musical iniciado em Estocolmo, na Suécia, em 1972. O nome do grupo advém do nome dos quatro elementos do grupo,  Benny Andersson, Anni-Frid "Frida" Lyngstad, Björn Ulvaeus e Agnetha Fältskog, que formariam dois casais. Os ABBA foram o primeiro grupo pop europeu a fazer sucesso em países anglófonos fora da Europa, principalmente na Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Canadá e, em menor proporção, nos Estados Unidos. Participaram no Festival Eurovisão da Canção em 1972, conseguindo o terceiro lugar, em 1973, novamente com um terceiro lugar, e voltaram ao festival em 1974, no qual arrecadaram a vitória. Atualmente, os ABBA são considerados um dos grupos de maior sucesso do mundo, com vendas estimadas entre 180 e 400 milhões em todo o mundo. O grupo é um ícone no seu país de origem, bem como uma figura importante na expansão da europop.




O início da carreira
Benny Andersson era membro da banda sueca de pop/rock Hep Stars, muito popular na Suécia durante os anos 1960 - com direito a um enorme séquito de fãs, especialmente entre as adolescentes. Enquanto isso, Björn Ulvaeus era o líder de uma banda skiffle chamada Hootenanny Singers. Depois de se cruzarem algumas vezes em estúdios e concertos, Benny e Björn decidiram tentar compor juntos. Uma das canções compostas, "Isn't It Easy To Say", tornou-se um hit para os Hep Stars, fazendo com que Björn participasse em alguns dos concertos. Chegou a ser sugerido que as duas bandas se fundissem, mas isso nunca aconteceu.
Agnetha Fältskog era a integrante mais jovem dos ABBA e um fenómeno por si só, tendo composto e interpretado sucessos suecos ainda na adolescência, além de ter feito o papel de Maria Madalena na montagem local de Jesus Christ Superstar. Compondo, gravando sucessos e fazendo turnês pela Suécia, inevitavelmente acabaria por se encontrar com os Hootenanny Singers numa das suas viagens e apaixonar-se por Björn. O casamento dos dois, em 1971, foi considerado o casamento do ano na Suécia.
 Anni-Frid Frida Lyngstad era uma cantora que decidiu participar numa competição de talentos, vencendo o torneio. Na época a Suécia estava a mudar a direcção do trânsito do lado esquerdo para o direito e foram transmitidos uma série de concertos para que as pessoas ficassem em casa e não enfrentassem as estradas na noite da mudança. Convidada para se apresentar na TV com as suas canções, a sua carreira musical descolou. Pouco tempo depois, conheceria Benny Andersson e começariam uma relação.
Em abril de 1970, os quatro passavam férias no Chipre, quando começaram a cantar uma música para se divertir na praia. Esta acabou por ser uma apresentação improvisada para as Forças da Paz da ONU que estavam na ilha, sendo a primeira apresentação dos futuros membros dos ABBA. Em Setembro de 1970, o álbum Lycka foi lançado, creditando apenas a dupla Björn & Benny. Para promovê-lo, lançaram singles como "Det kan ingen doktor hjälpa" e "Tänk om jorden vore ung" com Agnetha e Frida como vocalistas, no qual obtiveram um sucesso moderado.
Finalmente, em 1 de Novembro de 1970 em Gotemburgo, os quatro apresentaram um show chamado "Festfolk" (que em sueco significa "festa de pessoas" ou "casais ocupados"), recebendo boas críticas. Juntamente com outros números, o quarteto cantou um sucesso de Björn & Benny, "Hej, gamle man" e músicas dos seus próprios álbuns. O show não capturou a atenção do público e depois de uma pequena turnê na Suécia os quatro decidiram concentrar-se em projetos individuais.
Em 1972 participaram no ESC e as portas do sucesso começaram a abrir-se. O grupo começava a figurar em bons lugares nas paradas suecas e a preferência à vitória no ESC1973 comprovou isso.


Em 1974 os ABBA voltaram ao ESC e finalmente conseguiram a vitória, com a música “Waterloo”. A música foi a primeira do grupo a alcançar o primeiro lugar no top inglês e a chegar ao sexto lugar nos EUA. A empolgação do momento não se manteve e os compactos seguintes "So Long" e "Honey, Honey" não se saíram tão bem. Apenas com o lançamento do segundo álbum, ABBA, e o compacto "SOS" o grupo mostraria os primeiros sinais de que estavam destinados a mais sucesso. "SOS" firmou de vez os ABBA nas paradas inglesas, onde a canção ficou entre as dez mais - e desvinculou o grupo da imagem de banda de um único sucesso.
Mas o sucesso maior viria em 1975, com praticamente todos os compactos a entrar nas paradas, situação que ficou ainda melhor quando "Mamma Mia" chegou ao primeiro lugar na Inglaterra, em Janeiro de 1976. Nesse meio tempo, a banda lançou o álbum Greatest Hits, apesar de só possuir cinco canções entre as quarenta mais tocadas nas paradas da Inglaterra e dos Estados Unidos. 
Um novo álbum trouxe sucessos como “Money, Money, Money”, “Knowing Me, Knowing You” e “Dancing Queen”, sendo esta uma das músicas mais conhecidas do grupo e aquela que atingiu o primeiro lugar nos top’s dos EUA. Por esta altura os ABBA já eram famosos por toda a Europa e na Austrália.
Outros álbuns se seguiram, contendo músicas actualmente bem conhecidas e que figuraram nos tops de vários países. No entanto, o estilo musical da banda foi-se modificando, sendo este facto mais significativo com músicas como “The Winner Takes It All”, que foi escrita aquando da separação dos dois casais. Esta mudança de estilo reflectiu-se na queda de vendas e a premonição do declínio da banda avizinhava-se, ainda que a mesma ainda arrastasse multidões. O último compacto de grande sucesso mundial foi "One Of Us", que explodiu em Dezembro de 1981, sendo que após isso os vários elementos começaram a procurar novos projectos individuais.
Nos anos 90 a banda praticamente renasceu. Desde grupos e cantores que fizeram covers das músicas da banda a cd’s com os sucessos, os ABBA voltaram a dar que falar. Muitos foram os cantores que fizeram questão de homenagear a banda ao fazerem covers das músicas e o grupo recebeu inclusive propostas para uma nova tournée.
Em 2004, 30 anos após a vitória dos ABBA no ESC, os elementos voltaram ao festival ao realizarem um vídeo cómico para o mesmo. Em 2012 a música Waterloo foi interpretada por anteriores vencedores do ESC como forma de homenagem. Em 2013 Benny Andersson criou uma das músicas que figurou na final do ESC, juntamente com Avicii.
Em 2005 estreou o filme “Mamma Mia”, que atingiu grande sucesso e trouxe o fenómeno ABBA até aos mais jovens que ainda não tinham tido real contacto com o trabalho da banda. Em 2008 saiu o jogo SingStar ABBA, lançado pela Sony Computer Entertainment para a PS2 e PS3.
Em 22 de janeiro de 2009, Agnetha Fältskog e Anni-Frid Lyngstad apareceram juntas para receber o prêmio de música sueca "Rockbjörnen". O grupo foi introduzido no Hit Parade Hall of Fame em 2010.
Em 27 de janeiro de 2010, ABBAWORLD, uma exposição itinerante com 25 quartos, atividades interativas e audiovisuais, estreou no Earls Court Exhibition Centre, em Londres, Inglaterra. Os ABBA são ainda um dos dois intérpretes que participaram no ESC a ter covers de músicas suas na série musical “Glee”.




 Pessoalmente, eu adoro ABBA. Sei letras de imensas músicas, canto as músicas deles a fazer coisas do quotidiano, divirto-me a ouvi-las. Acho ainda mais piada quando o meu pai se junta a mim (e logo ele, que nem ouve muita música), porque realmente este é um grupo que atravessou gerações e tornou-se imortal. Toda a gente conhece o grupo, nem que seja pelo “Mamma Mia”, e isso é algo que não se vê muito comummente num grupo que alcançou a popularidade no ESC. Aliás, eu quando comecei a ouvir ABBA nem fazia ideia da ligação deles com o ESC e acredito que não seja a única.
Tenho muita pena que o grupo tenha acabado mas acho que aí também reside uma certa magia. O legado deixado pela banda é enorme e imagino o orgulho que deve dar aos quatro ver ao fim de tantos o seu trabalho ainda ser adorado. Eu poderia colocá-los facilmente e sem qualquer problema como uma das minhas bandas preferidas.
Esta foi uma caminhada que já começou há muito tempo, mas espero que ela continue mesmo depois de eles já não estarem cá. Acho fantástico ver um grupo musical que põe pais e filhos a cantar em uníssono (e sim, eu sei que me estou a repetir, mas acho este ponto tão importante!). Por muito antigo que possa ser, é óptimo poder ver que nunca é antiquado o suficiente. Quem sabe se um dia não estarei eu a cantar estas músicas e os meus filhos irão acompanhar-me!
Rita Guerra é uma cantora portuguesa, nascida a 22 de Outubro de 1967 em Lisboa. Apesar de ter nascido no continente, foi nos Açores que começou a cantar e a tocar piano ao mesmo tempo, quando tinha apenas quatro anos. Participou no Festival Eurovisão da Canção em 2003, tendo ficado em 22º lugar com o somatório de 13 pontos.

Em 1989 a cantora foi convidada para interpretar quatro temas na festa do 1º aniversário da Rádio GEST, estação onde era funcionária. Seguiu-se o convite para passar a actuar diariamente no Casino do Estoril, palco que pisou pela primeira vez num espectáculo de Adamo. Obteve o primeiro contrato discográfico aos 22 anos e com ele gravou, em 1990, o disco “Pormenores sem a Mínima Importância”, no qual participaram Rui Veloso e membros dos Táxi. Colaborou entretanto no álbum de estreia dos LX90. Em 1992 participou no Festival RTP da Canção com "Meu Amor Inventado Em Mim", que ficou em 2º lugar. É também um dos nomes convidados do disco "Camões, as descobertas...e nós" de José Cid e Amigos. Seguiu-se “Independence Day”, um álbum com reportório original em inglês, em 1995, e em 2000 gravou “Desencontros”, um álbum de duetos com Beto que confirmou a popularidade da cantora junto do público português, conseguindo um arrebatador e duradouro sucesso de vendas. Participou no tema "Portugal a Cantar", composto e produzido pelos Delfins, que foi a canção oficial da Federação Portuguesa de Futebol ao Mundial de 2002.“Da Gama”, um álbum étnico lançado em 2001, marcou uma nova viragem na carreira de Rita Guerra, de acordo aliás com as suas múltiplas facetas interpretativas. Produzido pelo maestro Paulo Osório, assinalou o primeiro encontro profissional da cantora com Paulo de Carvalho, outro dos participantes no disco.
Em 2002, no auge do sucesso do programa “Operação Triunfo”, a cantora foi convidada pela RTP para representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção.




Em 2003, Rita Guerra interpretou a música “Deixa-me Sonhar (só mais uma vez)” em Riga, na Letónia. A classificação da cantora ficou aquém das expectativas mas a crítica internacional foi unânime ao considerá-la a melhor voz e a sua participação a mais bonita do festival naquele ano.
O álbum Rita”, lançado em 2005, tornou-se um grande sucesso, atingindo a marca de dupla platina. Com este álbum ficou no top de vendas nacional ao longo de dez meses. A 27 de Março de 2006 realizou o primeiro grande concerto da sua carreira, que decorreu no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. A cantora fez presença em inúmeras colectâneas e edições especiais, além de ter sido convidada para participar em álbuns de João Fraga e do projecto Ovelha Negra. Para além da música, continuou a dar voz a personagens de vários filmes da Disney, de entre os quais “Hércules”, “O Príncipe do Egipto”, “Rei Leão”, “A Pequena Sereia”, “Branca de Neve” e “Tarzan”.
Em Maio de 2006 participou no “Concerto Mais Pequeno do Mundo”, iniciativa criada pela Radio Comercial, e esmagou todos os recordes de participação em antena, com mais de 3500 chamadas de ouvintes a tentarem reclamar um dos 20 bilhetes disponíveis.
Foi convidada por Ronan Keating para gravar a canção "All Over Again" para a edição nacional do seu álbum Bring You Home.
Em 2007 foi editado o álbum Sentimento. Em 2008 foi editado o CD e DVD "O Melhor de Rita Guerra - Acústico ao Vivo". A 16 de Abril de 2009, a cantora venceu o prémio "Top Choice Award" (TCA), na categoria de "Top International Female Singer 2009", que tem por base a votação da comunidade portuguesa residente no estrangeiro. Repetiu a façanha em 2010, tendo levado o mesmo prémio para casa. Em 2010 foi editado o álbum Luar. No ano seguinte lançou o álbum Retrato e cantou com Michael Bolton no Pavilhão Atlântico e Coliseu do Porto, interpretando "Over the Rainbow" e "Make You Feel My Love". Em 2012 participou nos discos de Mastiksoul, com o tema "I Can Feel Your Love", e de Mickael Carreira, com "Volto a Ti". A 4 de Maio de 2013 apresentou-se pela primeira vez no Centro Cultural de Belém, frente a uma plateia repleta de fãs e admiradores que aplaudiram de pé a sua actuação. Contou com convidados como os HMB e Cais Sodré Funk Connection, que tornaram este concerto inesquecível.
É interessante salientar que Rita Guerra tem o estatuto de voz feminina portuguesa mais popular no Facebook, tendo mais de 268 mil fãs. A cantora aproveita a rede social para divulgar causas de beneficência que precisam de apoio material e económico.


Esta é uma cantora que já o era quando eu nasci e fartou-se de o ser antes disso (e eu não sou tão nova assim). É alguém de quem inevitavelmente ouvi falar a vida toda, já que sou apreciadora de música. Lembro-me perfeitamente de ouvir as músicas dela nas novelas que davam na televisão e de ir trauteando. Acho que ainda hoje me consigo lembrar dessas letras. É alguém para quem eu acredito que o ESC não foi um ponto assim tão importante na sua carreira, já que o valor da cantora é inegável e ela teria chegado ao ponto em que está de qualquer das maneiras, fosse mais depressa ou mais devagar.
A minha opinião de que ela é uma das melhores vozes portuguesas não é nada de mais, acredito que todas as pessoas que têm ouvidos a funcionar na perfeição concordam comigo. É também uma das cantoras mais populares em Portugal e tenho pena que ela não tenha uma carreira internacional vincada. Era merecida e era uma amostra daquilo que se faz de bom no nosso país. O que me leva a questionar sobre certos aspectos no panorama da música em Portugal, já que vejo imensas vozes óptimas a não serem correctamente aproveitadas.

Em relação à Rita Guerra, a melhor palavra com a qual a posso descrever é orgulho. Orgulho por ver alguém a fazer música de qualidade e em português. Espero poder continuar a ver mais sucessos desta nossa cantora e desejo que o seu sucesso se perpetue por muitos anos. 

Alexander Rybak nasceu a 13 de Maio de 1986 na Bielorrússia. É cantor, compositor, violinista, pianista, escritor e actor. Mudou-se para a Noruega com a sua família aos 4 anos e começou a tocar violino e piano aos 5 anos. Os seus pais são també vocacionados para as artes: amãe, Natalia Valentinovna Rybak, é pianista, e o pai, Igor Alexandrovich Rybak, é violinista. Tanto um como o outro são conhecidos na Noruega.
Alexander foi aluno do instituto Barratt Due of Music desde os dez anos, não tendo no entanto terminado o bachalerato devido ao sucesso conseguido após a sua participação na Eurovisão. Em 2004 ganhou o Anders Jahre Culture Prize.





Em 2005 Alexander entrou na versão norueguesa do “Ídolos”, atingindo a semi-final. Em 2006 ganhou o concurso Kjempesjansen (The Great Opportunity), uma competição de talentos organizada pela  Norwegian Broadcasting Corporation (NRK), com a canção “Foolin”, escrita por si próprio. Em 2007 teve o papel de violinista na versão norueguesa do musical “Violino no Telhado”, tendo ganho o Hedda Award com esta interpretação.


 Alexander Rybak foi o vencedor do ESC em 2009, sendo actualmente o recordista de pontos no festival, com 387 pontos. É também o vencedor que conseguiu uma maior diferença de pontos do segundo classificado. Cantou “Fairytale”, uma música composta por ele que foi desde o início uma das favoritas à vitória. O seu primeiro CD foi editado após esta vitória e pouco depois ele foi protagonista no filme “Yohan”. Depois seguiram-se várias tournées pela Noruega e pela Europa, nas quais Alexander dividiu o palco com outros artistas conhecidos. Entretanto foi realizado um filme, intitulado “Fairytale”, que conta a vida do cantor desde a vitória no ESC até à actualidade.
Entretanto editou um segundo álbum, que apesar de ter atingido bons lugares nos tops não teve tanta aceitação como o primeiro, que esteve no top 20 de nove países europeus. Em 2011 revelou os seus dotes para a dança, integrando o top 4 do programa sueco Let’s Dance, no qual competiu contra outras onze celebridades suecas.
Mais recentemente lançou a música “Leave me Alone”, uma música diferente daquelas que ele escreveu até aqui, cuja inspiração o cantor foi buscar a uma fã que o perseguia ao ponto de conseguir arranjar sempre o seu novo número de telemóvel. Costuma-se dizer que a fama não traz só coisas boas, não é verdade?




Esta acaba por ser uma pergunta um bocado ingrata, já que o Alexander Rybak foi até o hoje o participante no ESC que mais interesse me despertou. Por isso, sem dúvida que lembra muitas coisas. Desde 2009 que sou fã e perco algum tempo a investigar os trabalhos que ele faz. Apesar de ele não ser uma estrela a nível mundial, recentemente tenho encontrado muita gente que também se assume fã dele e deixa-me visivelmente agraciada. 

Mas agora respondendo mais concretamente à pergunta, há algo que sempre será inerente a Alexander Rybak e sempre me fará lembrar dele: o violino. Adoro o som do instrumento e a forma como ele o toca é absolutamente apaixonante. Claro que saber cantar e ter dois palmos de cara fizeram parte do trabalho para chegar ao local em que ele está, mas o violino foi sem dúvida o grande impulsionador. Vejo-o como um dos melhores violinistas da geração dele e orgulho-me de ser fã de alguém que usa tão belo instrumento para se promover. Por esse motivo, de entre todas as músicas dele, a que eu guardo realmente no coração é uma peça em que o violino é protagonista, a Dagdrøm”. Tão bela, tão calma, demonstra realmente aquilo que o Alexander Rybak sabe e consegue fazer. Sem dúvida que este é um interprete do ESC que ficará sempre na história do festival, não só pelo ser recorde mas também pelo talento que demonstrou e continua a demonstrar ter.
Autora: Elizabete Cruz


 
BIOGRAFIA

Helena Paparizou nasceu em 31 de janeiro de 1982 in Borås, Västergötland, Suécia, filha de imigrantes gregos. Ela cresceu no bairro de Örgryte, em Gotemburgo, outra cidade sueca. Mas as raízes gregas sempre foram fortes. Seu pai veio de Volos e sua mãe de Karditsa, ambas localidades gregas. 
Iniciou sua formação musical ainda criança e já aos 13 anos decidiu que queria ser cantora. Aos 14 anos criou a banda de hip hop "Soul Funkomatic" junto com 3 amigos latino-americanos, mas a banda só durou 2 anos. 
Depois de um acidente onde perdeu 13 dos seus melhores amigos parou a carreira de cantora e centrou os seus estudos no teatro, televisão, dança e direção. Em 1999 formou a dupla Antique com seu amigo (também greco-sueco) Nikos Panagiotidis, e tinha então só dezassete anos. A dupla rapidamente fez sucesso, mas em 2003 ela decidiu seguir carreira solo. 
Devido à sua popularidade na Grécia, onde acabou por passar mais tempo que na Suécia, a Helena foi convidada para representar o país em concursos e cantando em turnês internacionais sendo também nomeada a embaixatriz oficial do Turismo Grego. A cantora já foi nomeada para variados prémios da MTV. 


O COMEÇO DE CARREIRA
 Helena Paparizou sempre cantou, desde de pequena que o seu talento se realça, começou a sua formação musical quando tinha apenas 13 anos. A cantora juntou-se com o seu amigo Nikos Panagiotidis, com o qual formou-se a dupla Antique. Os dois conseguiram um 3º lugar, o melhor desde sempre da Grécia até então, vários cd’s multi-platinados e uma tournée europeia, foi o que esta dupla alcançou. 


Foi, no entanto, em 2005 que Helena Paparizou conseguiu o verdadeiro sucesso, ao vencer o ESC e levar pela primeira vez o festival para a Grécia. Depois do ESC2005 foram 5 cd’s e várias tentativas de internacionalização. Helena fez tournées pela Austrália e pela América do Norte, tendo inclusive esgotado alguns espectáculos, mas no entanto o seu maior sucesso manteve-se na Grécia e na Suécia. Conseguiu, mesmo assim, que um dos seus singles permanecesse nos top’s musicais de alguns países europeus. Uma das suas músicas foi ainda o hino oficial dos Europeus de Atletismo de 2006, realizados na Suécia, dando um pouco mais de visibilidade à cantora.

Admito que esta não foi uma das cantoras que mais me chamou a atenção no grupo de vencedores do ESC, mas acho interessante que amigos meus que não são fãs do festival conheçam a música dela. Oito anos depois ainda sou obrigada a ouvir a “My Number One” por causa deles e de certa forma isso é também um indicador do seu sucesso. Por ter sido a primeira música que ouvi dela e pelo motivo que referi anteriormente, esta é mesmo a música da cantora que mais me marca (já perspectivo as férias de Verão, com a música a tocar no carro). No entanto, a voz poderosa de Helena e o seu talento inegável deram azo a outras músicas interessantes e foram com certeza o mote para o sucesso que ela atingiu não só nos países que lhe eram queridos mas também nos outros que a receberam após o ESC2005.


Autora: Elizabete Cruz

 A rubrica que a nossa equipa escolheu para ocupar o verão, intitulada "Depois da Eurovisão... O Sucesso" tem tido uma grande aceitação por parte dos nossos leitores! Com quase 300 votos, os dez  artistas a serem apreciados já são conhecidos!
 As datas de publicação ainda estão para ser confirmadas.

 Confira os finalistas da SEMI FINAL 1:
Powered by Cincopa



SEMIFINAL 2:

Céline Dion (Suiça 1988)
Shiri Maimon (Israel 2005)
Helena Paparizou (Grécia 2001 e 2005)
Loreen (Suécia 2012)
Lena (Alemanha 2010 e 2011)

Após a apresentação oficial, agora é tempo de iniciarmos o período de votação onde teremos 16 artistas a lutar por 5 vagas. A votação estará aberta durante a próxima semana, o sistema de voto é o seguinte: O público terá direito a 50% e um júri previamente selecionado a outros tantos. Apresentamos de seguida a lista dos artistas e os júris:

ARTISTAS DA SEMIFINAL 1:

1. Anna Vissi
2. Carlos Paião
3. Lordi
4. Alexander Rybak
5. Rita Guerra
6. Zeljko Joksimovic
7. Lara Fabian
8. Simone de Oliveira
9. Dana International
10. Maarja Lis-Illus
11. ABBA
12. Alsou
13. Eric Saade
14. Natasha St. Pier
15. Vicky Leandros
16. Johnny Logan

Júris: 

-GONÇALO VIEIRA (SUB-ADMISTRADOR DO PORTUGAL NO ESC)
-GONÇALO SILVA (ADMISTRADOR DO PORTUGAL NO ESC)
-PATRÍCIA GARGATÉ (ADMISTRADORA DO TUGAVISION)
-NUNO CARRILHO (ADMISTRADOR DO ESC PORTUGAL)
-RICARDO ALMEIDA (LEITOR)
-SORAIA RODRIGUES (CRONISTA DO PORTUGAL NO ESC)
-ELIZABETE CRUZ (PARCEIRA E AUTORA DA RUBRICA)
-IVONNE ZUZARTE (LEITORA)
-GIA LIMA (LEITOR)
-PATRÍCIA MOREIRA (LEITORA)


O Portugal no ESC volta a apostar em rubricas mas desta vez, com outros formatos! Isto é, das três rubricas que temos prontas para todos vós, nenhuma vai ter um formato igual ou semelhante às outrora feitas pela nossa equipa. "Depois da Eurovisão, o Sucesso" é a escolhida para ser a primeira apresentada, a rubrica consiste num formato simples mas capaz de agarrar qualquer um à leitura dessa. Irá ter duas fases, e essas são:

- A primeira fase consistirá na votação aberta ao público e ao júri previamente seleccionado, haverá artistas pré-escolhidos (são 32 no total) para serem analisados como bem sucedidos após a Eurovisão, essa fase terá duas semifinais em que em cada uma delas terá 16 artistas, sendo que apenas 10 (na soma dos apurados das semifinais) artistas irão passar à fase seguinte. Começará no dia 1 de Junho com a votação aberta para a primeira semifinal e fechará na semana seguinte (7 de Junho). A escolha dos artistas vindos da segunda semifinal terá lugar de 7 a 15 de Junho. Os resultados serão apresentados no dia 16 de Junho.

- A segunda fase iniciará-se em Julho com o começo das análises sobre o sucesso de cada artista escolhido pelo público/júri. Dentro da segunda fase, haverá partes, isto é, em Julho entra em cena a Elizabete Cruz a analisar/avaliar os sucessos e os artistas vindos da primeira semifinal da votação, depois, em Agosto, o Gonçalo Vieira vai trazer a todos as análises dos artistas e sucessos vindos da semifinal 2. Os dias escolhidos são os seguintes, de 1 de Julho a 29 do mesmo mês, para a Elizabete Cruz e de 3 a 31 de Agosto para o Gonçalo Vieira. No fim destas análises todas vamos ter uma votação aberta a todos onde irá-se encontrar o vencedor final da rubrica.

Os artistas pré-selecionados e os júris que vão votar na iniciativa, serão apresentados no Sábado (1 de Junho) aquando o começo oficial da rubrica.
A novo projecto do Portugal no ESC vai trazer surpresas, aliás, coisas nunca antes vistas em rubricas do nosso de outros sites da Eurovisão em Portugal! Não perca esta grande rubrica...
+