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Após a apresentação oficial, agora é tempo de iniciarmos o período de votação onde teremos 16 artistas a lutar por 5 vagas. A votação estará aberta durante a próxima semana, o sistema de voto é o seguinte: O público terá direito a 50% e um júri previamente selecionado a outros tantos. Apresentamos de seguida a lista dos artistas e os júris:

ARTISTAS DA SEMIFINAL 1:

1. Anna Vissi
2. Carlos Paião
3. Lordi
4. Alexander Rybak
5. Rita Guerra
6. Zeljko Joksimovic
7. Lara Fabian
8. Simone de Oliveira
9. Dana International
10. Maarja Lis-Illus
11. ABBA
12. Alsou
13. Eric Saade
14. Natasha St. Pier
15. Vicky Leandros
16. Johnny Logan

Júris: 

-GONÇALO VIEIRA (SUB-ADMISTRADOR DO PORTUGAL NO ESC)
-GONÇALO SILVA (ADMISTRADOR DO PORTUGAL NO ESC)
-PATRÍCIA GARGATÉ (ADMISTRADORA DO TUGAVISION)
-NUNO CARRILHO (ADMISTRADOR DO ESC PORTUGAL)
-RICARDO ALMEIDA (LEITOR)
-SORAIA RODRIGUES (CRONISTA DO PORTUGAL NO ESC)
-ELIZABETE CRUZ (PARCEIRA E AUTORA DA RUBRICA)
-IVONNE ZUZARTE (LEITORA)
-GIA LIMA (LEITOR)
-PATRÍCIA MOREIRA (LEITORA)


O Portugal no ESC volta a apostar em rubricas mas desta vez, com outros formatos! Isto é, das três rubricas que temos prontas para todos vós, nenhuma vai ter um formato igual ou semelhante às outrora feitas pela nossa equipa. "Depois da Eurovisão, o Sucesso" é a escolhida para ser a primeira apresentada, a rubrica consiste num formato simples mas capaz de agarrar qualquer um à leitura dessa. Irá ter duas fases, e essas são:

- A primeira fase consistirá na votação aberta ao público e ao júri previamente seleccionado, haverá artistas pré-escolhidos (são 32 no total) para serem analisados como bem sucedidos após a Eurovisão, essa fase terá duas semifinais em que em cada uma delas terá 16 artistas, sendo que apenas 10 (na soma dos apurados das semifinais) artistas irão passar à fase seguinte. Começará no dia 1 de Junho com a votação aberta para a primeira semifinal e fechará na semana seguinte (7 de Junho). A escolha dos artistas vindos da segunda semifinal terá lugar de 7 a 15 de Junho. Os resultados serão apresentados no dia 16 de Junho.

- A segunda fase iniciará-se em Julho com o começo das análises sobre o sucesso de cada artista escolhido pelo público/júri. Dentro da segunda fase, haverá partes, isto é, em Julho entra em cena a Elizabete Cruz a analisar/avaliar os sucessos e os artistas vindos da primeira semifinal da votação, depois, em Agosto, o Gonçalo Vieira vai trazer a todos as análises dos artistas e sucessos vindos da semifinal 2. Os dias escolhidos são os seguintes, de 1 de Julho a 29 do mesmo mês, para a Elizabete Cruz e de 3 a 31 de Agosto para o Gonçalo Vieira. No fim destas análises todas vamos ter uma votação aberta a todos onde irá-se encontrar o vencedor final da rubrica.

Os artistas pré-selecionados e os júris que vão votar na iniciativa, serão apresentados no Sábado (1 de Junho) aquando o começo oficial da rubrica.
A novo projecto do Portugal no ESC vai trazer surpresas, aliás, coisas nunca antes vistas em rubricas do nosso de outros sites da Eurovisão em Portugal! Não perca esta grande rubrica...


Este ano realizou-se a 58ª edição do Festival Eurovisão da Canção, decorrida em Malmo, na Suécia, entre os dias 14 e 18 de Maio. Apesar de Portugal não ter participado este ano, tivemos a possibilidade de ver o concurso através da RTP1, ainda que nem sempre em directo. Para aquilo que eu esperava, já foi melhor que nada.
Arriscar-me-ia a dizer que este foi um dos festivais que mais gostei nos últimos anos em termos de organização. Em toda a edição esteve bem patente a gratidão à música de Loreen, que deu o Festival à Suécia, e achei extremamente original a utilização das borboletas com as cores das bandeiras dos países participantes. O lema “We are One” é uma boa maneira de tentar demonstrar aquilo que a Eurovisão devia ser e cujo motivo lhe deu o início: a junção dos países europeus após a guerra. Apesar de ser comediante, Petra, a apresentadora, não se deu muito a piadas, limitando-se a fazer o seu trabalho. E fê-lo bem. Pessoalmente já vi palcos melhores, aquele queria roçar a originalidade mas limitou-se a ficar estranho.
Grand Final of the 2013 Eurovision Song ContestAdorei, adorei mesmo, ver a actuação de todas aquelas crianças da 1ª semi-final. Momento alto da noite, claramente, recordando Euphoria de uma maneira muito mais enternecedora. Eu rendi-me.
A 1ª semi-final foi mais interessante que a 2ª, com melhores músicas e com mais certezas de quem passaria à final. O grande choque foi mesmo ver a Sérvia a ficar para trás, o que acabou por não ser de espantar depois de se ver melhor a actuação. A 2ª semi-final foi mais equitativa, com músicas ao mesmo nível e com as poucas a sobressaírem. Apesar de algumas serem claras que passariam à final, tive algumas dúvidas sobre quem preencheria o lote. A final teve mais um início espectacular. Aquele hino criado por Avicii e pelos elementos masculinos dos ABBA ficou completamente adequado ao momento em que os participantes desfilaram. Ver as bandeiras alinhadas deu-me um certo toque de tristeza por não ver lá uma bandeira portuguesa. Admitamos, um toque de verde e vermelho ficava tão bem ali! Os vestidos de Petra foram piorando de gala para gala, mas pelo menos a boa disposição manteve-se.

Algumas interpretações melhoraram, outras foram tomadas pelo nervosismo, mas no geral foi um bom espectáculo. Loreen voltou a arrasar nos palcos eurovisivos e provou mais uma vez porque é que foi a vencedora do ano passado.
Vamos às músicas, agora. Dinamarca era claramente uma das favoritas e a vitória não foi surpresa nenhuma para ninguém. Foi uma vitória justa, foi das músicas que mais gostei, pela voz e pelo ritmo. Facilmente a música se encaixou no meu ouvido, e Emmelie foi das intérpretes mais expressivas. Aliona Moon, da Moldávia, desiludiu-me, ao estar nervosa e ao deixar que isso lhe afectasse a voz. Aquela não era uma música que permitisse esse tipo de falhas! A Ucrânia, Noruega e Azerbeijão, que também eram das minhas preferidas, conseguiram lugares cimeiros, o que me deixou bastante agradada. Interpretações sublimes e poderosas, sem falhas, com músicas feitas para ganhar.
Denmark wins 2013 Eurovision Song ContestNão posso deixar de referenciar o belo espectáculo que foi ver a final na RTP1, com a Sílvia Alberto a comentar. Entendo que ela tenha as suas opiniões pessoais, mas ela foi paga para traduzir o festival, não para gozar com os concorrentes. “Esta música é mais do mesmo”, “O gosto musical deste concorrente é duvidoso”, “Não sei como é que o Azerbeijão conquistou tantos votos!”.

Ainda chegou ao cúmulo de criticar o facto de os países de leste votarem uns nos outros e que duvidava que os países ocidentais concordassem com os votos (referia-se especialmente ao Azerbeijão, que como já disse, foi das minhas músicas preferidas, por isso se calhar há quem concorde).
Novidade para ti Sílvia Alberto: caso não tenhas reparado, os países de leste votam uns nos outros, mas os países ocidentais também votam uns nos outros, e os países nórdicos fazem o mesmo. Porque não criticaste isso? A cereja no topo do bolo foi quando ela diz “há muitos anos que não se tinha uma vitória tão precoce na votação!” (isto porque a Dinamarca sagrou-se vencedora para aí a 5 países do final). Eu não sei quantos anos é muitos anos para a Sílvia, mas em 2009 a Noruega sagrou-se vencedora a 11 países do final. Se calhar criticar menos e estudar melhor o que faz não lhe ficava nada mal.
Concluindo, este foi um festival bastante bom, com vários países a apresentarem boas músicas e a debaterem-se pelo topo. Tivemos músicas extravagantes, músicas a copiarem outras, roupas de nos espasmar, interpretações fantásticas e outras nem tanto, vozes que merecem uma salva de palmas. O Festival volta a ficar nos países nórdicos, merecidamente. Depois desta óptima organização sueca, esperemos que a Dinamarca esteja à altura. E claro, esperemos que Portugal marque presença e nos faça sentir orgulho!

Esta opinião foi escrita pela nossa leitora, Elizabete Cruz.

E chegamos ao dia mais fatídico para os fãs do ESC, a Final do certame! O Portugal no ESC vai dar a sua opinião de quem se poderá sagrar vencedor esta noite:

Os países com mais hipótese de vitória são:

- Dinamarca
- Ucrânia
- Itália
- Holanda
- Noruega

Os que podem surpreender:

- Suécia
- Rússia
- Azerbaijão
- Geórgia

Nada.
A não ser a não qualificação claro, as duas tiveram excelentes a noite passada e mesmo assim não conseguiram passar á final!

 Em relação a Israel, podemos dizer que a não qualificação para a final deve-se a relações políticas? SIM! E logo Israel, o país têm andado na boca do mundo nestes últimos meses, o que não ajudou nada.
 Todos sabemos que existe um grande debate sobre a parte política que interfere no concurso, todos sabemos que os antigos estados da União Soviética praticam caridade entre eles e oferecem pontuações máximas aos seus irmãos, mas quem sou eu para falar deles, se nós em Portugal fazemos (ou fazíamos) o mesmo com a Espanha, pobre Israel... não têm vizinhos que os ajudem!
 Mas estamos aqui para falar de Moran Mazor, a "sorte" que lhe calhou em ficar na semi-final que se realizava no seu aniversário! A rapariga merecia -sim, merecia- a qualificação para a final, Rak Bishvilo é uma balada fortíssima, posso dizer até que é tão forte como Quédate Conmigo, mesmo que ambas sejam muito diferentes. Nem com os cristais posicionados em baixo do decote para chamar a atenção ajudaram, aposto que deve ter ficado em 11º lugar!

 E agora a Valentina, voa e voa, e voa para casa pela segunda vez consecutiva sem ir á final, sim, ela é a menina do Facebook, que no ano passado teve que mudar a letra da sua canção de ...Facebook Uh Oh Oh... para ...The Social  Network Uh Oh Oh... porque como dizem as regras da EBU "...não pode ser realizado nenhum tipo de publicidade ou divulgação..." (como se o Facebook precisasse de publicidade), mas a canção não era má de todo, comparada com as do Castelo Branco...
Miniatura Quando foi anunciado que Valentina Monetta estaria de regresso este ano, começaram a comentar de como seria a canção que traria, mas ninguém esperava algo como Crisalide! Do famoso Ralph Siegel, a pessoa que mais canções escreveu para a Eurovisão, ele e Valentina fizeram um excelente trabalho! Parece que a bola de luz chamada Fado que Valentina tinha nas mãos no inicio da actuação não deu sorte nenhuma!
 Mas parece que mesmo com uma grande qualidade o povo não se convence, um exemplo disto é também o Montenegro, que também falhou a final e era uma das grandes favoritas dos fãs. Muitos dizem que se a Itália tivesse votado nesta semi-final teríamos o pequeno estado do São Marino na final, coisa que nunca aconteceu visto que o melhor resultado que conseguiram até agora foi o 14º na semi, e foi com a canção do Facebook!

 E pronto, tem que haver sempre injustiças verdade? Esperemos é que para o ano, o São Marino (e é se voltarem) traga-nos a Valentina a cantar Jazz que é isso que ela faz bem, e Israel, pronto, continuem a jornada e tentem não ficar nas bocas do mundo, já há três anos que não estão na final!

Opinião redigida por
Gonçalo Silva
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